Nesta quarta-feira, Montes Claros marca um ano da morte de Humberto Guimarães Souto, ex-prefeito do município e uma das figuras mais influentes da história política do Norte de Minas. A data é de memória, reflexão e reconhecimento de uma trajetória que ultrapassou fronteiras locais e deixou marcas profundas na vida pública brasileira.
Humberto Souto faleceu aos 90 anos, após dedicar décadas ao serviço público. Advogado por formação, construiu uma carreira política sólida e de projeção nacional. Foi deputado federal por vários mandatos, presidente da Câmara dos Deputados e ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), onde se destacou pelo perfil técnico, pela defesa da responsabilidade fiscal e pelo rigor na fiscalização dos recursos públicos.
À frente da Prefeitura de Montes Claros, entre 2017 e 2020, levou para a administração municipal a experiência acumulada em Brasília. Sua gestão ficou marcada pela reorganização administrativa, busca pelo equilíbrio financeiro e investimentos em áreas essenciais como saúde, infraestrutura e assistência social. O estilo discreto e firme consolidou a imagem de um gestor experiente, focado em planejamento e resultados.
Um ano após sua morte, Humberto Souto segue presente na memória da cidade e no debate político. Para muitos, foi um líder preparado e coerente; para outros, um político de posições firmes e sem concessões fáceis. Independentemente das avaliações, seu nome permanece ligado a decisões importantes e a um período marcante da história recente de Montes Claros.
Nesta quarta-feira, a data reforça a dimensão de seu legado e o impacto duradouro de Humberto Souto na política municipal, mineira e nacional.