O novo valor do salário mínimo nacional começou a valer nesta segunda-feira (2) em todo o país. O piso foi reajustado para R$1.621, o que representa um aumento de R$103 em relação ao valor anterior, que era de R$1.518.
O reajuste segue a política de valorização do salário mínimo adotada pelo governo federal, que considera a inflação acumulada medida pelo INPC e o crescimento da economia, com limite de ganho real estabelecido pelo novo arcabouço fiscal.
Na prática, o novo piso corresponde a cerca de R$54 por dia e R$7,36 por hora trabalhada, para jornadas padrão. Os valores passam a ser pagos nos salários referentes ao mês de janeiro, recebidos agora em fevereiro, conforme o calendário de pagamento das empresas.
Impacto em salários e benefícios
Além de servir como referência para trabalhadores que recebem o piso nacional, o novo salário mínimo influencia diretamente o valor de diversos benefícios sociais e previdenciários, como aposentadorias, pensões, seguro-desemprego e abono salarial.
A estimativa é de que o reajuste tenha impacto direto na renda de milhões de brasileiros, contribuindo para o aumento do consumo e movimentando a economia ao longo de 2026.
O salário mínimo é definido por decreto presidencial e tem validade em todo o território nacional, sendo obrigatório tanto para trabalhadores da iniciativa privada quanto para servidores públicos que utilizam o piso como referência.