O clima de gala e o orgulho sertanejo tomaram conta de Rubelita, município localizado no Norte de Minas, durante a cerimônia de coroação das realezas da cidade. O ritual festivo, que mobiliza moradores de todos os cantos e visitantes da região, transformou-se em um verdadeiro símbolo de valorização da cultura local, unindo gerações em torno de suas raízes.
Com forte apelo comunitário, o ponto alto da festividade foi o momento em que as soberanas e os soberanos receberam as faixas e coroas, sob os aplausos calorosos do público presente. Mais do que um concurso de beleza, a escolha da realeza reflete o engajamento social, a representatividade e a continuidade da tradição rubelitense.
Para a recém-coroada Rainha do Tamarindo 2026, Ana Clara, o momento representou a realização de um sonho coletivo e a responsabilidade de ser o rosto da juventude local. “Não é só sobre usar a coroa, é sobre carregar a voz do nosso povo, da nossa gente batalhadora do Norte de Minas. Cresci vendo essa festa e estar aqui hoje representando a nossa identidade é uma emoção indescritível que vou levar para o resto da vida”, relatou, com os olhos marejados de lágrimas.
A imponência do evento também foi destacada pelo Rei do Tamarindo, Pedro Dias, coroado nesta edição, que ressaltou a importância de ocupar esse espaço de valorização cultural. “Ser coroado rei desta festa tradicional é uma honra imensa. A gente carrega a responsabilidade de inspirar os mais novos a amarem a nossa terra e a manterem viva a nossa história”, afirmou.
Passando o bastão simbólico, a Rainha do Tamarindo 2025, Maria Gabriela, compartilhou o sentimento de dever cumprido ao se despedir do reinado e coroar sua sucessora. “Entregar a coroa não significa o fim, mas sim a certeza de que a nossa tradição está em boas mãos. Vivi um ano mágico representando Rubelita, e ver a nova corte assumir com tanto amor me enche de orgulho”, celebrou, emocionada ao relembrar seu período de realeza.




















