A Associação dos Municípios da Área Mineira da Sudene (AMAMS) divulgou uma nota oficial manifestando profunda preocupação com o recente anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma taxação de 50% sobre produtos com origem no Brasil, a partir de 1º de agosto.
Segundo a entidade, caso a medida seja confirmada, os impactos podem ser severos para a economia brasileira, atingindo diretamente o Produto Interno Bruto (PIB), a geração de empregos, a renda das famílias e, especialmente, o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), uma das principais fontes de receita das prefeituras, principalmente das cidades de pequeno e médio porte.
“A medida, caso confirmada, pode causar sérios impactos na economia brasileira, afetando o Produto Interno Bruto (PIB), com impacto direto sobre o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), a geração de empregos, a renda das famílias e, consequentemente, as finanças dos municípios”, alerta a nota da AMAMS.
Em resposta ao cenário de instabilidade, a associação informou que está se articulando com parlamentares, o Governo Federal, a Associação Mineira de Municípios (AMM), a Confederação Nacional de Municípios (CNM) e outras entidades representativas para buscar caminhos diplomáticos, legais e institucionais que possam reverter os efeitos da possível política comercial adotada pelos Estados Unidos.
“Ao lado de outras entidades, buscamos alternativas diplomáticas e legais. Os municípios não podem pagar a conta de conflitos geopolíticos e disputas ideológicas”, diz o comunicado.
A AMAMS reafirma seu compromisso em acompanhar atentamente os desdobramentos do caso e confia em uma solução pacífica e equilibrada para o impasse internacional.
*Foto: AMAMS