A seleção brasileira enfrenta a Noruega neste domingo (5), às 17h (horário de Brasília), em Nova Jersey, pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. Além da vaga nas quartas de final, o Brasil busca encerrar dois jejuns: conquistar a primeira vitória sobre os noruegueses e voltar a eliminar uma seleção europeia em um mata-mata de Mundial, feito que não acontece desde o título de 2002.
O histórico entre Brasil e Noruega é desfavorável para a Seleção. Em quatro confrontos, são duas vitórias da equipe europeia e dois empates. O primeiro duelo ocorreu em 1988 e terminou em 1 a 1. Em 1997, os noruegueses venceram por 4 a 2. No ano seguinte, pela fase de grupos da Copa do Mundo da França, nova vitória da Noruega, por 2 a 1. O último encontro aconteceu em 2006 e terminou empatado em 1 a 1.
Além do retrospecto negativo diante da Noruega, a Seleção tenta colocar fim a outro tabu: o de vencer uma equipe europeia em confrontos eliminatórios de Copa do Mundo. A última vez foi na final de 2002, quando derrotou a Alemanha por 2 a 0 e conquistou o pentacampeonato.
Desde então, o Brasil foi eliminado por seleções da Europa em cinco edições consecutivas do torneio: França (2006), Holanda (2010), Alemanha (2014), Bélgica (2018) e Croácia (2022).
Em entrevista coletiva, o lateral Douglas Santos afirmou que o retrospecto pode servir de motivação para o grupo.
“Acho que isso pode servir como motivação para que a gente possa tirar essa escrita. A gente espera que nesse jogo, que é tão especial para nós, possamos dar o melhor e sairmos felizes e contentes com a vitória“.
O atacante Matheus Cunha também comentou sobre as eliminações recentes diante de equipes europeias.
“Temos conversas sobre esses momentos porque muitos dos nossos jogadores passaram por isso, mas é muito mais sobre não querer reviver aquele dia do que propriamente sobre o adversário. Para ganhar a Copa do Mundo, temos de passar por essas dificuldades. Que agora seja diferente e possamos contar uma outra história“.
A partida deste domingo vale vaga nas quartas de final e pode representar o fim de dois dos principais tabus recentes da Seleção Brasileira em Copas do Mundo.
(Com informações da Agência Brasil)